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terça-feira, 4 de setembro de 2012

A Evolução da Vida na Terra

4,6 bilhões de anos atrás
A Terra acabou de ser formada. Sua fina crosta é super quente e instável, sendo destruída por vulcões, terremotos e relâmpagos. É super bombardeada por meteoritos. A atmosfera não contém oxigênio, é formada principalmente de hidrogênio e pequenas quantidades de hélio, criptônio e xenônio. 
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4,5 bilhões de anos atrás
De acordo com a teoria, um corpo estranho do tamanho de Marte colide com a Terra, desencadeando a atmosfera e vulcanismo posterior. A Lua é formada a partir de fragmentos dessa colisão. 
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4,35 bilhões de anos atrás
Gases vulcânicos e vapor d'água liberados pela colisão criam uma nova atmosfera rica em hidrogênio.
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3,8 bilhões de anos atrás
Surgem as primeiras formas de vida, provavelmente ao redor de aberturas vulcânicas no leito do oceano e em piscinas hidrotermais, onde há um bom suprimento de minerais e calor moderado.
Elas consistem em cianobactérias unicelulares, cuja estrutura celular é muito simples, sem núcleo, e que podem sobreviver sem oxigênio. Estes organismos podem ter se valido do sulfeto de hidrogênio das aberturas vulcânicas como fonte de energia.
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3,5 bilhões de anos atrás
Alguns organismos podem produzir clorofila, o que lhes permite gerar energia a partir da fotossíntese. Estas cianobactérias se espalham por ambientes aquáticos através da superfície terrestre. Ao longo do tempo, o excesso de oxigênio liberado pelas cianobactérias começa a se acumular na atmosfera da  Terra. 
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2,1 bilhões de anos atrás
A quantidade de oxigênio na atmosfera não corresponde a 1% do nível atual, suficiente para sustentar o desenvolvimento de organismos que respiram, isto é, que se valem do oxigênio como combustível para seus processos metabólicos. Uma camada de ozônio, formada pela combinação de moléculas de oxigênio, começa a se constituir na atmosfera superior. Surgimento das células com um núcleo- chamadas de eucariotas.
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720 milhões de anos atrás
Algumas células eucariotas passam a viver em grupamentos. Ao longo do tempo, essas células passam a adotar funções especializadas para o grupo, como, por exemplo, respiração. Elas são, agora, parte de um organismo multicelular. Novas espécies evoluem; entre elas, as primeiras dotadas de exoesqueleto. 
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420 milhões de anos atrás
O oxigênio na atmosfera aumenta para cerca de 10% em relação ao nível atual, continuando a se elevar ao longo dos 100 milhões de anos seguintes. A camada de ozônio torna-se mais espessa, agindo como um filtro dos raios solares ultravioleta, prejudiciais a vida. Isto torna a superfície da Terra habitável. Surgimento das primeiras plantas terrestres. 














domingo, 2 de setembro de 2012

Evolução do Universo

1- O Sistema Solar
1 estrela, 8 planetas, 5 planetas-anões, mais de 210.000 asteróides, 7 centauros, 3.648 cometas, 197 objetos transneptunianos e mais de 240 satélites naturais. 

2- Proximidades do Sol
Num raio de 20 anos-luz em torno do Sol- área representada na imagem acima-, várias outras estrelas podem ser encontradas. A maioria tem brilho muito fraco para ser vista a olho nu da Terra, mas há exceções, como Sirius e Procyon. O Sol é uma estrela amarela comum, com tamanho e temperatura médios. As estrelas mais quentes tem brilho azul, e as mais frias, vermelho. Muitas são binárias ou Múltiplas. Nossas vizinhas mais próximas são as que compõem o sistema triplo Alpha Centauri, a 4,3 anos-luz. A mais próxima das três é a Próxima Centauri (Alpha Centauri C), uma anã vermelha com um décimo da massa e 1/17.000 do brilho do Sol.

3- Vizinhança da Via Láctea
Até o início do século XX, muitos astrônomos acreditavam que o universo acabasse na Via Láctea. Hoje sabemos que nossa galáxia é apenas uma entre pelo menos 100 bilhões de formações desse tipo espalhadas pelo cosmo. Em formato espiral, abriga o sistema solar na região do braço de Órion, a cerca de 28 mil anos-luz do centro galáctico. O Sol orbita o núcleo a cada 225 milhões de anos e já completou o cricuito 20 vezes. Várias galáxias- satélite se agrupam em torno da Via Láctea. A mais próxima é a Anã de Sagitário. Há também a Pequena e a Grande Nuvem de Magalhães, visíveis do Hemisfério Sul Terrestre.

4- Grupo Local
O Grupo Local é o conjunto de galáxias em que se encontra a Via Láctea. Estende-se por cerca de 4 milhões de anos-luz, abrigando, aproximadamente, 35 galáxias  sendo as três principais: Via Láctea, M31 (Andrômeda) e M33 (Triângulo).

5- Superaglomerado Local 
Com cerca de 150 milhões de anos-luz de extensão e aproximadamente 1 trilhão de sóis de massa, nosso superaglomerado é uma grande concentração de aglomerados de galáxias. Está centrado no cúmulo de Virgo, que abriga, por exemplo, a galáxia M87. Outro aglomerado é o Grupo Local, onde nossa galáxia Via Láctea, está inserida.



terça-feira, 7 de agosto de 2012

Conheça o primeiro asteroide "troiano" da Terra!

 (só fui descobrir da existência desse asteroide só agora) 
Ilustração divulgada pela Nasa do primeiro asteroide troiano do planeta Terra . Foto: Divulgação Nasa/AFP
Ilustração divulgada pela NASA do Asteroide orbitando o Sol á frente da Terra.

Um pequeno asteroide de 300 me de diâmetro acompanha a Terra em seu movimento de evolução em torno do Sol, precedendo-a em sua órbita. Esta descoberta do primeiro asteroide "troiano" da Terra foi publicada na quinta-feira na revista científica britânica Nature. Trata-se do asteroide 2010 TK7, que fica a cerca de 80 milhões de km da Terra, descoberto em órbita terrestre graças ao telescópio WISE (Wide-Field Infrared Survey Explorer) da Nasa.

Após Júpiter, Marte e Netuno, a Terra torna-se, também, o quarto planeta do sistema solar tendo como companhia pelo menos um asteroide "troiano". O termo serve para designar os asteroides posicionados na órbita de um planeta, num ponto de equilíbrio estável, chamado pontos de Lagrange, no caso o ponto 4 (L4) da órbita terrestre, 60º à frente do nosso planeta. Ele segue o planeta em seu movimento em torno do Sol, precedendo-o, segundo um ângulo bem definido.
O 2010 TK7, no entanto, não está exatamente no L4. As observações indicam que na verdade ele oscila a sua volta, fazendo com que também varie sua órbita para o ponto Lagrange 3 em períodos de cerca de 400 anos. "Como precede o movimento da Terra ou o segue, não entra nunca em colisão com ela", destaca a Nasa em comunicado. Nos próximos 100 anos, não deverá se aproximar a menos de 24 milhões de km da Terra, precisa a agência espacial americana. Possui órbita "estável por pelo menos dez mil anos", segundo Martin Connors (Universidade de Athabasca, Canadá) e outros astrônomos que confirmaram a descoberta, graças ao telescópio terrestre Canadá-França-Hawai.
Os cientistas achavam há tempos que a Terra deveria ter asteroides troianos, mas só agora constataram sua presença, difícil de ser observada, pois ficam, em geral, mergulhados na luz solar. A detecção do asteroide 2010 TK7 foi facilitada porque estava numa "órbita incomum que o afastou bastante do Sol", explicou Connors. Os "troianos" foram identificados pela primeira vez ao redor de Júpiter e ficam próximos de um dos cinco pontos do espaço nos quais a força da gravidade de um planeta e a do Sol estão em equilíbrio, permitindo que tenham órbitas relativamente estáveis.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Hoje e o AFÉLIO da Terra!!!

Hoje, 04/07 as 20:59hs, a Terra estará em seu afélio, ficando aproximadamente 152 milhões de quilômetros, lembrando que o periélio e de 147 milhões km. Lembrando também que a orbita da Terra, não e totalmente circular, chegando a um ponto que ela esta mais perto, ou mais longe do Sol. Ou seja, não se pergunte por que estará fazendo um friozinho a mais... 

sábado, 23 de junho de 2012

Adeus, Sol!

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Por que a Terra está se afastando do Sol?
Imagem: NASA

Sol distante
A distância entre o Sol e a Terra é conhecida como Unidade Astronômica, ou simplesmente UA, uma espécie de "quilômetro espacial", usada para expressar as enormes distâncias interplanetárias. Uma Unidade Astronômica mede 149.597.870,696 km.
A medição mais precisa feita até hoje dessa distância entre o Sol e a Terra foi concluída em 2004 pelos astrofísicos russos Gregoriy A. Krasinsky e Victor A. Brumberg. E, ao término de seu trabalho, eles fizeram uma descoberta surpreendente: a Terra está se afastando do Sol a uma velocidade de 15 centímetros por ano.
Resfriamento global no futuro
Quinze centímetros por ano não parece ser muito, talvez apenas o suficiente para permitir uma previsão de que a Terra terá problemas de resfriamento global em algumas centenas de milhões de anos. Mas é o suficiente para exigir uma explicação. Afinal de contas, o que está afastando a Terra do Sol?
A explicação que primeiro se ofereceu foi a de que o Sol está perdendo massa, via fusão nuclear e pela emissão dos ventos solares. Perdendo massa, ele perderia sua força gravitacional e permitiria que os planetas ao seu redor se afastassem.
Outras possibilidades levantadas incluíram alterações na constante gravitacional G, efeitos da expansão do Universo e até influências da matéria escura. Mas nenhuma delas passou pelo crivo da comunidade científica.
Marés solares
Agora, Takaho Miura e seus colegas da Universidade de Hirosaki, no Japão, elaboraram uma nova explicação para o afastamento da Terra em relação ao Sol. O artigo científico deverá ser publicado em breve no periódico Astronomy & Astrophysics, mas a proposta foi adiantada em uma reportagem da revista New Scientist.
Segundo os cientistas japoneses, o Sol e a Terra estão literalmente empurrando-se mutuamente devido à interação de suas marés.
O fenômeno é o mesmo que explica o afastamento da Lua em relação à Terra: as marés que a Lua levanta em nossos oceanos estão gradualmente transferindo energia rotacional para o movimento lunar. Como resultado, a cada ano a órbita lunar aumenta cerca de 4 centímetros, e a velocidade de rotação da Terra diminui em 0,000017 segundos.
O tempo de fato está passando mais lentamente
Dezessete milissegundos por ano é outro dado nada apocalíptico, mas o suficiente para projetarque, ao contrário do que o senso comum aponta, ao invés do tempo estar passando mais rápido, ele de fato passa cada dia mais lentamente - literalmente 0,000017 segundos por ano - e os dias terrestres tenderão a ficar maiores no futuro.
Da mesma forma, afirmam os cientistas, a massa da Terra está causando o levantamento de marés na superfície do Sol, o que explica uma diminuição na rotação do Sol em 0,00003 segundos (3 milissegundos) por ano. Ao perder momento angular, o Sol permite que a distância entre ele e a Terra aumente gradualmente.
Embora já tenha sido aceito para publicação, o que significa que os revisores verificaram que a proposta é cientificamente válida, será necessário que outros astrofísicos avaliem os métodos e cálculos dos pesquisadores japoneses antes que se possa considerar esta como sendo a explicação "oficial" para o já bem documentado afastamento entre o Sol e a Terra.